TAG: IDEIAS
17/03/2011 ÀS 10:49

Você está trabalhando cada vez por mais tempo, participando de cada vez mais reuniões, tirando férias cada vez menores, respondendo cada vez mais e-mails e almoçando na sua mesa com cada vez mais frequência — isso quando não deixa de almoçar? A demanda na sua vida profissional simplesmente continua aumentando enquanto você se esforça cada vez mais para tentar acompanhar? Você já está cansado de ouvir o clichê “faça mais com menos”? A palavra “insustentável” soa apropriada? Bem vindo ao mundo moderno, meu amigo ou minha amiga. Mas por favor aceite meu convite para parar e refletir sobre isso por um instante. As palavras são do blogueiro americano Tony Schwartz, da Harvard Business Review, que você já conheceu aqui.

Os seres humanos não foram feitos para operar como computadores — a altas velocidades, continuamente, por longos períodos de tempo. Nós somos planejados para sermos rítmicos e para nos renovarmos intermitentemente. Aqui vão as seis estratégias que acreditamos funcionarem melhor.

1. Torne sono suficiente sua maior prioridade

Um número exagerado de pessoas caem no mito de que ter uma hora a menos de sono permite que tenhamos mais produtividade, mas a verdade é que mesmo minúsculas quantidades de privação do sono significativamente minam nossa capacidade de foco, pensamento analítico e criatividade.

Como você já viu aqui antes, a pesquisa é clara: mais de 95% de nós precisamos de entre 7 e 8 horas de sono para nos sentirmos completamente descansados e para que nossos cérebros se engajem em novos aprendizados. Alguns atletas de ponta precisam até mesmo de mais do que 8 horas de sono.

2. Faça uma pausa para renovação pelo menos a cada 90 minutos

Não é por quanto tempo você trabalha que determina o valor da sua produção, mas sim a energia que você leva para cada uma das suas horas de trabalho. Da mesma forma, não é por quanto tempo você descansa o que importa mais, mas o quão habilidosamente você o faz.

A primeira chave é intermitentemente acalmar sua fisiologia. Você pode diminuir dramaticamente sua taxa de batimentos cardíacos, sua pressão sanguínea e sua tensão muscular em apenas 30 a 60 segundos com práticas regulares. Utilize as técnicas que preferir. Quando seu corpo se acalma, seu pensamento também se torna mais quieto e você se sente mais relaxado.

3. Mantenha uma lista permanente de tudo o que você precisa fazer

Com quanto mais frequência e completude você baixar o que está na sua mente para o papel (ou a tela), menos energia você vai desperdiçar em pensamento improdutivo sobre as tarefas por completar, e mais energia você vai precisar para estar 100% presente em qualquer tarefa que estiver executando.

4. Acelere seus batimentos cardíacos ou tire uma soneca no início da tarde

Se a sua desculpa para não fazer exercícios regularmente é “eu não tenho tempo”, considere malhar um pouquinho durante o horário de almoço (e sim, você está sendo convocado para isso). Pode não haver melhor maneira de limpar a mente, diminuir a ansiedade e dar um gás na energia do que intencionalmente elevar seus batimentos cardíacos até os ritmos aeróbicos e anaeróbicos.

Se fazer uma corrida ou frequentar a academia consumir muito do seu tempo, que tal tirar 15 ou 30 minutos para uma caminhada ao ar livre, ou mesmo subir e descer as escadas do seu prédio?

Se os exercícios não te animam, alternativamente você pode optar por tirar uma soneca de 20 a 30 minutos entre 13h e 16h, que é quando a maior parte de nós sente uma onda de cansaço.

5. Pratique apreciação

Uma das menos reconhecidas maneiras de desperdiçar energia é com as emoções negativas. Nós notamos muito mais rapidamente o que está errado com nossas vidas do que o que está certo. Procure por oportunidades de apreciar alguém na sua vida e compartilhar o que está sentindo — diretamente ou via notas. Fazendo isso, você estará fornecendo à outra pessoa uma injeção de energia positiva que também fará você se sentir melhor. Procure ainda por oportunidades de apreciar a si mesmo. Reserve tempo para comemorar pequenas vitórias, dar a si mesmo crédito por aquilo que merece e perdoar-se quando falhar.

6. Desenvolva um ritual de transição entre trabalho e casa

Quando saímos do escritório, muitos de nós carregam junto o trabalho. O resultado é que, mesmo quando chegamos em casa, ainda não estamos verdadeiramente presentes. Considere estabelecer uma maneira bem específica de desengajar do trabalho de modo que você pode deixá-lo para trás quando sai do escritório e só retomá-lo quando retorna para lá. Transforme sua casa de volta num espaço onde você de fato renova suas energias.

[HBR]

16/03/2011 ÀS 14:08

Como criar
um atalho para fechar todos
os programas
ao mesmo tempo

10/03/2011 ÀS 10:11

Quer ser mais produtivo(a) e ter mais sucesso na carreira? Então tenha horas suficientes de sono. É verdade, a ideia é bastante simples, mas é exatamente nesta simplicidade que a jornalista Arianna Huffington, co-fundadora e editora-chefe do jornal on-line americano The Huffington Post se baseia para mostrar que a tarefa é mais alcançável do que se imagina, desde que se tenha um pouco de força de vontade, é claro. Do contrário, você acaba se deixando levar pelo ritmo arrebatador da sociedade atual e, sem perceber, acredita que consegue aproveitar melhor o tempo se dormir menos e produzir mais, mas a própria falta de sono pode tornar obscuro o fato de que sua produtividade na verdade diminui com a privação do sono.

Na palestra em que Huffington fala à audiência do TED, ela recheia a sugestão com interessantes (e engraçados) insights. A palestrante começa contando o motivo da palestra e como sua própria experiência a fez perceber o valor do sono. Vale os quatro minutos do vídeo, que tem legendas em 35 idiomas, incluindo o português do Brasil. Bons sonhos! o/

[TED]

03/03/2011 ÀS 10:25

Como dizem por aí de várias maneiras diferentes, não importa quantas batalhas você perder na vida, desde que você ganhe a guerra no final. Não é garantido que você sairá vitorioso no fim (esperamos que sim), mas é certo que aqueles que tentam sofrem derrotas no meio do caminho. Na verdade, talvez seja exatamente a postura dessas pessoas após uma derrota que determina a vitória no fim da caminhada. O colunista da Entrepreneur Bill Bartmann, hoje o 25º homem mais rico dos Estados Unidos segundo a lista da revista Forbes, estava falido há menos de 10 anos. E ele tem 5 regras para compartilhar conosco sobre como superar suas derrotas e seguir em frente rumo ao sucesso. Vamos ouvi-lo? =)

1. Não finja que nunca aconteceu

As pessoas frequentemente estão tão ansiosas para evitar o estigma da derrota que se recusam a admitir quando acontece. A negação geralmente resulta numa série de outros problemas, incluindo estresse e o atraso de qualquer solução eficaz. Por isso, o melhor é admitir logo que você pisou na bola. Assim, diz Dale Carnegie, autor do livro “Como fazer amigos e influenciar as pessoas“, seus colegas vão parar de pegar no seu pé e começarão a confortar você.

2. Evite inventar desculpas

Algumas pessoas contornam a verdade admitindo um problema que na verdade recheiam com desculpas açucaradas. Eu era uma dessas pessoas. Num determinado ponto da minha vida adolescente eu fui alcoólatra e sem-teto. A cada esquina eu dizia para mim mesmo que nada daquilo era minha culpa. Minha situação só melhorou quando eu parei de criar desculpas e foquei num objetivo produtivo, que para mim foi tirar um certificado de desenvolvimento educacional geral (General Educational Development, GED).

3. Não confunda um objetivo falho com uma pessoa falha

Algumas vezes as pessoas tomam a direção oposta à que acabei de descrever e culpam a si mesmas por toda e qualquer falha, criando um padrão de auto reforço negativo. Presumir que você invariavelmente vai pisar na bola é um pensamento perigoso — e pode se tornar uma profecia autorrealizável. Em vez de criar um padrão mental para a derrota, pergunte-se como você pode melhorar.

4. Lembre-se: você não está sozinho

As pessoas falham em completar metas a todo momento. Pense nos jogadores de futebol, por exemplo. Eles tentam dezenas ou centenas de vezes chegar à área do adversário e marcar um gol, mas dificilmente conseguem isso mais do que um par de vezes numa partida. E quando eles falham, eles falham na frente de milhões de pessoas na televisão, muitas vezes com replay. O ponto aqui é que não somos robôs. Todo mundo está fadado a tropeçar de vez em quando.

5. Foque nas lições aprendidas

Mesmo eu tendo limpado meu nome depois de uma acusação de crime (uma fraude cometida por um sócio) mais de uma década atrás, muito prejuízo surgiu disso. A única maneira de sobreviver a uma derrota gigantesca como essa é focar no futuro. Não são muitas as pessoas que podem dizer que literalmente perderam bilhões de dólares e simplesmente considerarem isso como uma “lição de negócio”. Eu atualmente estou reconstruindo minha empresa, que hoje tem um portfólio no valor de US$ 100 milhões.

Esperamos que este texto sirva como uma lição para você. E, veja só, você nem precisou de uma derrota para aprendê-la! ;)

[Entrepreneur]

24/02/2011 ÀS 10:49

Existe um motivo para que as decisões importantes tenham este adjetivo, e você não quer estragar uma grande oportunidade ou mesmo arruinar sua vida simplesmente porque, na pressa, tomou a decisão errada, né? Já aconteceu isso com você antes? Você já se sentiu pressionado a tomar uma decisão importante e acabou se arrependendo da escolha depois? Provavelmente. Com frequência temos a sensação de que ainda não estamos prontos para tomar uma decisão, mas acabamos decidindo assim mesmo, por causa da pressão do momento. E, como você pode imaginar, quando a decisão é importante, o ideal seria ter mais tempo para tomá-la. Neste caso, eis aqui o que você estava esperando: oferecemos mais tempo para você pensar.

Na verdade, a sugestão é do técnico de criatividade americano Mark McGuinness, que escreveu para o blog 99%. Pessoalmente, ele jamais toma uma decisão importante depois das 16h. Ele mesmo reconhece que isso soa excêntrico, mas garante que tem uma sólida base lógica. Ele explica que depois desse horário ele já se sente mais desgastado e, portanto, tem menos chances de tomar a decisão certa.

De fato, todos nós estamos sujeitos ao ritmo circadiano, mas como cada um se sente mais ativo durante uma parte do dia (uns pela manhã, outros mais tarde), cabe a você perceber isso e definir seu próprio “tempo de decisão”. Tire vantagem dos períodos em que você tiver mais energia, porque é neles que você tende a tomar as melhores decisões.

Claro que o “tempo de decisão” não se limita a um período do dia. Muitas vezes é necessário dar tempo ao tempo, para que você possa ponderar com calma tanto no que diz respeito à lógica quanto à intuição. McGuinness alerta que “às vezes mais pressa equivale a menos velocidade”, então acalme-se e não tome a decisão importante até se certificar de que seu cérebro e seu coração estejam de acordo. Parece um ótimo conselho, certo? “Quando tomei decisões baseado apenas na lógica, frequentemente cometi erros. Mas quando combinei razão e intuição, nunca tomei uma decisão com a qual eu não poderia viver”, compara McGuinness no blog.

Para ajudar, ele oferece as cinco dicas abaixo:

1. Não se estresse com decisões triviais. Escolher seus clipes de papel ou o que vai pedir no almoço de hoje provavelmente não vai alterar sua vida para sempre, então economize seu tempo para gastá-lo nas decisões importantes.

2. Conheça seus próprios níveis de energia. Preste atenção aos seus níveis de energia e atividade durante o ciclo diário para saber gerenciá-lo melhor.

3. “Perca a cabeça” e ganhe o corpo inteiro. Calma, não é para enlouquecer, mas apenas para transcender a pura lógica e pensar com o corpo inteiro, incluindo aí a intuição.

4. Para cada opção, pese os prós e os contras.

5. Pergunte a si mesmo: como me sinto com relação a isto? E faça essa pergunta literalmente. Preste atenção às sensações físicas no seu corpo. Se o coração discordar do cérebro, é sinal que você precisa desacelerar para não correr o risco de cometer um erro que pode sair caro depois.

Quando a decisão for muito importante/estratégica, o ideal é não tomá-la no mesmo dia em que surge. Literalmente dormir com ela na cabeça pode fazer toda a diferença.

[99%, via Lifehacker]

17/02/2011 ÀS 9:43

Já há bastante tempo, o currículo tem sido o principal meio de seleção (ou, mais especificamente, de eliminação) de profissionais. Por isso mesmo, a internet está repleta de dicas de como elaborar um bom currículo. Sem dúvida um currículo bem feito aumenta suas chances de ser selecionado para uma entrevista, mas até que ponto seu currículo joga a seu favor?

O especialista em segurança da informação Lenny Zeltser aponta em seu blog que o currículo na verdade pode causar mais danos do que trazer benefícios.

Com ajuda do livro “Linchpin: Are You Indispensable?“, do escritor americano Seth Godin — que aliás você já conheceu aqui — Zeltser identifica o principal problema dos currículos:

“Um currículo dá ao empregador tudo o que ele precisa para te rejeitar. Uma vez que você me envia seu currículo, posso dizer ‘Oh, falta isso, falta aquilo’ e boom, você está fora”, cita.

Mas então o que é que você pode fazer para evitar isso? Zeltser sugere prometer a si mesmo só utilizar o currículo no fim do processo de seleção/entrevista, mais como uma mera formalidade. “E se você prometer a si mesmo que quando for perseguir seu novo trabalho, você não vai fornecer seu currículo antes de ter uma conversa de verdade com a pessoa que vai te contratar? Isso mesmo, nada de currículo até que ambas as partes acreditem que possam combinar”, diz.

Desse modo, ele garante que você vai se motivar a se apresentar de maneiras mais úteis, como desenvolver ferramentas que comprovem sua criatividade e competência profissional, manter um blog para compartilhar opiniões na sua área de atuação ou mesmo conversar com membros da sua associação profissional favorita, dentre outras sugestões.

“Isso não é tão doido quanto você pode pensar”, ressalta Zelster. “Um currículo frequentemente serve apenas para passar da primeira peneira da seleção com o departamento de RH. Seu formato é feito para que você se pareça com todos os outros concorrentes e não é uma boa maneira de se destacar. Por outro lado, se a sua reputação o preceder, ou se você estabelecer uma conexão com o gerente que vai te contratar antes mesmo de surgir uma vaga naquela empresa, você estará à frente da competição quando isso ocorrer”, analisa.

Ótimo ponto de vista, não é? De qualquer maneira, é bom ter um currículo bem feito, seja para entregar depois daquela conversa de verdade com o gerente ou para o caso de você ser obrigado a apresentá-lo logo na primeira etapa da seleção, sem exceções… ;)

[Lenny Zeltser, via Lifehacker]

10/02/2011 ÀS 9:53

É bem provável que você queira aproveitar o seu tempo aqui na Terra fazendo alguma coisa que importa para você, certo? Se você se enquadra nessa categoria majoritária, há duas questões que você deveria se perguntar para ter certeza de que está tomando as melhores decisões com o tempo que tem.

Calma, já vamos a elas (se está com muita pressa, procure as palavras em negrito aqui abaixo ;) ). O Dr. David D. Nowell sugere no site da Psychology Today que, mesmo se estamos geralmente saudáveis e felizes em nossas vidas, frequentemente acabamos desperdiçando muito tempo sendo improdutivos e fazendo coisas que preferíamos não fazer. Esta afirmação provavelmente não é uma surpresa para você, mas Nowell tem também uma boa sugestão para identificar facilmente esses momentos cruciais, de modo que você pode então eliminá-los da sua rotina.

Nas palavras dele, “administradores de tempo — e de si mesmos — eficientes perguntam-se a todo momento duas questões. Essas perguntas são ‘Estou me divertindo agora?‘ e ‘É isso o que eu me propus a fazer?‘. Se eu estiver fazendo o que estou aqui para fazer, experimentando o que cabe a mim experimentar, estarei motivado, focado e engajado. E todo mundo ao meu redor se beneficiará disso também. Da mesma forma como eu me beneficio de estar em volta de pessoas que eu sei que estão verdadeiramente vivendo com uma finalidade”.

Se você conseguir responder sim a ambas as perguntas, tudo indica que você está bem. Senão, vale procurar ter certeza de que o que você está fazendo realmente vale a pena. Porque se não valer, meu amigo ou minha amiga, é tempo de levantar da cadeira da inércia e mudar para algo mais relevante para a sua vida. Pense.

Enquanto isso, o post original do Psychology Today é muito bom e vale uma leitura mais aprofundada (in English). o/

[Lifehacker e Psycology Today]

03/02/2011 ÀS 10:25

Ele chega sorrateiro, sem se deixar notar, aos poucos confunde e domina seus sentimentos e até mesmo sua razão. Quando você enfim se dá conta pela primeira vez de que aquilo é estresse, percebe que já estava estressado há semanas ou meses, e que essa situação pode ter lhe custado atitudes erradas em momentos importantes da sua vida profissional ou mesmo pessoal, sem falar nos prejuízos à saúde, mental e física. O estresse talvez seja o maior vilão da cada vez mais acelerada sociedade moderna, e, a cada dia que passa (num piscar de olhos), pessoas como você estão mais sujeitas a passar por situações estressantes. É preciso fazer alguma coisa.

O escritor americano Scott Halford (que você já conheceu aqui) acredita que a energia negativa do estresse pode ser revertida em nosso benefício, desde que algumas atitudes sejam tomadas. Com isso, em vez de ganhar ansiedade, desânimo, gordura corporal ou úlcera, você ganha energia para investir na sua disposição, memória e capacidade de resolver problemas. Será?

“A chave é não se estressar muito com o estresse”, diz Halford em seu blog na Entrepreneur. Ele oferece quatro dicas para enfrentar o vilão. Vamos a elas?

1. Sono

Enquanto você dorme você armazena as atividades e problemas do dia para que eles se acomodem na sua memória. As associações que são feitas durante o sono permitem que você resolva as questões que te incomodaram durante o dia. Mesmo uma soneca de 10 minutos já reconfigura a atividade dos neurônios no seu cérebro, de modo que você pode tomar melhores decisões e reagir mais apropriadamente às coisas que te estressam. Antes de uma grande reunião ou apresentação, certifique-se de estar o mais descansado possível, para que seu cérebro trabalhe para você e não contra você.

Pesquisas mostram que após quatro noites consecutivas dormindo apenas entre 4 e 6 horas diárias, sua acuidade mental passa a ser a mesma de quem consumiu seis garrafas long neck de cerveja, só que sem a diversão. Imagine participar de uma reunião importante com o cérebro assim. É diferente para cada pessoa, mas muitos adultos precisam dormir entre sete e nove horas por noite para manterem seu estado mental normal. Quando você está com o sono atrasado, eventos e emoções negativas são ampliados e rememorados com facilidade, enquanto a lembrança dos eventos positivos é reduzida.

É aí que começa o paradoxo. Se você está estressado por não conseguir gerenciar apropriadamente seu dia, você acaba não dormindo bem. E se você não dorme bem… percebe? Então, o que você faz enquanto está acordado é fundamental para permitir que seu cérebro descanse adequadamente durante o sono, o que nos leva aos próximos passos.

2. Pense positivo

Você já prestou atenção em como algumas pessoas não se incomodam com coisas que te deixam louco? Aprenda a lição com os monges budistas e tente ao máximo ver todas as coisas com menos estresse. A ideia é que os objetos não podem ser estressantes por si mesmos — você é que os interpreta dessa maneira. Vale a pena praticar o esforço de reenquadrar o estresse em algo positivo. Por exemplo, quando você pratica encarar uma rejeição de um cliente como apenas mais um passo na direção do “sim”, você eventualmente enxerga outro ponto em vez de ficar paralisado e estressado com isso. Você continua se movendo para frente.

3. Devaneios

Deixe sua mente vagar por aí. A maioria de nós escuta por aí que sonhar acordado é um hábito ruim, mas pesquisas mostram que esse hábito na verdade torna as pessoas mais criativas. Quando reduzimos o hormônio do estresse (cortisol), nossas mentes ganham a capacidade de acessar regiões do cérebro não disponíveis quando estamos estressados. Então, feche sua porta, desligue os aparelhos eletrônicos e literalmente rabisque por cerca de 10 minutos. Deixe sua mente vagar. Um dos flashes de insight que você terá pode se tornar sua ideia de um milhão de dólares.

4. Ria

Esta é uma das mais rápidas exterminadores de estresse. Uma boa risada combate o cortisol e permite ao cérebro aprender e pensar sobre coisas novas. Quando você está sério demais, você fica geralmente em modo defensivo, resolvendo apenas problemas velhos, sem criar um futuro novo. Leia piadas engraçadas. Encontre com pessoas engraçadas. Assista a vídeos engraçados no Youtube. Ria no caminho para o banco. Faça qualquer coisa que te permita rir de verdade.

Se sua rotina está tão dura e rápida quanto a da maioria dos empreendedores, o estresse inevitavelmente vai encontrar você. Mas uma simples mudança de perspectiva, sono e espaço no seu dia para armazenar as ideias, você ativa suas melhores características criativas, resolvedoras de problemas e colaborativas. É o poder da sabedoria, meu amigo e minha amiga. =)

[Entrepreneur]

27/01/2011 ÀS 10:48

Embora formas alternativas de trabalho (a distância, por exemplo) sejam uma realidade cada vez mais comum em vários países, ir para o trabalho diariamente ainda é parte da rotina da maioria das pessoas, a maior parte das quais tem hora para chegar e para sair (bom, para sair nem sempre, né? heheh).

Você provavelmente é uma dessas pessoas. Mas também é possível que você leve trabalho para outros lugares, como sua casa, jardim, uma praça pública, aeroporto, avião, enfim, vários lugares em que você acaba produzindo aquilo que, por vários motivos, não pôde produzir durante o expediente na empresa.

Então eis uma pergunta importante: onde você produz mais? No escritório ou em outro(s) lugar(es)? Distrações existem em todos os lugares, no escritório inclusive. Por isso a pergunta é tão importante, e talvez essa seja uma das razões pelas quais o mercado de trabalho tem se adaptado cada vez mais em direção a formas alternativas. Afinal, o importante de fato não é o local onde se faz o trabalho, mas a conclusão do trabalho em si.

Por isso, o pensador americano Jason Fried (ele mesmo aí na foto) escolheu este assunto para sua ótima palestra no TED. Ele reflete sobre as razões pelas quais as pessoas geralmente são mais produtivas em lugares alternativos e propõe soluções para as empresas melhorarem o ambiente de trabalho das pessoas que de fato precisem produzir no escritório. São apenas 15 minutos de vídeo (que valem a pena), e com legendas em português do Brasil e outros 17 idiomas! Vamos ver? =)

[TED]

20/01/2011 ÀS 11:53

Uma pesquisa científica da Universidade de Leicester, no Reino Unido, demonstrou que, enquanto duas pessoas podem aprender a cooperar intuitivamente, grupos maiores precisam de esforço consciente individual para comunicar. A pesquisa, que foi feita pela Escola de Psicologia da universidade, em parceria com o Departamento de Economia, introduz ciência naquilo que muita gente já suspeitava.

Quanto maior o grupo, maior a necessidade de uma comunicação bem organizada. Para as pessoas isso é interessante, mas para as empresas é fundamental. É fácil não perceber como a complexidade nas relações de trabalho aumenta à medida em que a própria equipe cresce. Então, “da próxima vez que um colega parecer fora de sintonia, lembre-se desta pesquisa”, recomenda o Lifehacker.

Os pesquisadores pediram aos voluntários para escolherem um entre dois botões para apertar e premiaram os participantes com base nas escolhas que faziam como um grupo. Após um período de repetição, os grupos de duas pessoas conseguiram fazer com que o sistema trabalhasse mais vezes a favor deles do que contra. Já nos grupos de três ou mais participantes, isso não ocorreu.

“Pares de pessoas, casados ou de negócios, podem ser capazes de confiar neste tipo de cooperação intuitiva até certo ponto, mas grupos maiores precisam de planejamento e comunicação explícitos. Mecanismos precisam ser colocados em prática para facilitar esse processo. Cooperação intuitiva é de fato um caso de companhia a dois, mas três são uma multidão”, explica o professor Andrew Coleman.

Tudo isso pode parecer meio óbvio, mas vale lembrar desses detalhes de vez em quando: se você trabalha com mais de uma pessoa no dia a dia, a comunicação é extremamente importante para manter o grupo em sincronia.

Quer mais detalhes? Aqui tem a apresentação original da pesquisa (in English).

[Lifehacker]